sexta-feira, 8 de abril de 2011

Massacre em escola do Rio !

Um homem identificado como Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, provocou na manhã desta quinta-feira (7), no Rio de Janeiro, aquele que é um dos maiores massacres da história recente do Brasil. Portando dois revólveres, Oliveira entrou na escola Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste da capital, onde havia estudado, e começou a atirar. Segundo a polícia militar do Rio, ele matou pelo menos 12 alunos, feriu outras 12 pessoas e se matou após o confronto com um policial. O número inicial de feridos era de 22, mas, de acordo com a GloboNews, a primeira lista tinha nomes de pais e responsáveis por alunos que foram incluídos indevidamente no documento. Também houve confusão com o número de mortos: o Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro se confundiu no final da tarde e divulgou que 13 corpos teriam passado por perícia, mas logo no início da noite voltou atrás e confirmou as 11 crianças mortas (10 meninas e um menino) e mais o assassino. Mais tarde, foi confirmada a morte de mais um menino.

A chefe da Polícia Civil do Rio, Marta Rocha, disse que Oliveira se aproveitou do fato de ser ex-aluno da escola para entrar no estabelecimento. Segundo ela, a escola está comemorando 40 anos de fundação e, por isso, ex-alunos estão sendo convidados a realizar palestras. Oliveira, disse Marta Rocha, entrou em uma das salas de aula, foi reconhecido pela professora e, em seguida, começou a atirar nos alunos. Em conversa com a reportagem de ÉPOCA, uma das vítimas do atirador contou que Oliveira estava usando fones de ouvido, aparentemente escutando música, e ria enquanto disparava contra os estudantes. Um vídeo postado no Youtube (com imagens fortes) mostra o terror das crianças que fugiam da escola durante o ataque. Durante os oito minutos de imagens é possível ouvir gritos e ver crianças com as roupas sujas de sangue deixando o local.
O massacre só foi parado graças à intervenção de um policial militar, o terceiro sargento da Polícia Militar do Rio Marcio Alves.


Ao longo da tarde, trechos da carta que o atirador levou consigo para a escola foram divulgados. O texto  deixa claro que Oliveira havia se programado para cometer o crime. O criminoso dá orientações sobre os cuidados que deveriam ter com o seu corpo e afirma que pessoas "impuras" não deveriam tocar nele. Ele pede que seu corpo seja enterrado ao lado do corpo da mãe adotiva, e que a casa onde vivia, em Sepetiba, seja transformada em um abrigo para animais. Oliveira pede ainda que "um fiel seguidor de Deus ore" diante de sua sepultura "pedindo perdão" pelo que fez.




Queremos a PAZ !

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